Esqueça as maquininhas e os mil cliques! A Jota está virando o jogo dos pagamentos com uma tecnologia que responde à sua voz, direto no WhatsApp.

A Jota, fintech que une inteligência artificial e serviços bancários pelo WhatsApp, acaba de lançar o Fala Tap, um sistema inovador de pagamentos por voz. A empresa, que captou US$ 8,9 milhões no ano passado, projeta um crescimento de cinco vezes até 2026, mirando pequenas empresas e profissionais autônomos.

Chega de Complicação: Como o Pagamento por Voz Vai Mudar Seu Dia a Dia

Imagine só, você no corre do dia a dia, precisando cobrar um cliente, mas sem tempo para digitar ou procurar maquininha. A Jota chegou com uma solução que parece saída de um filme futurista.

O Fala Tap, o novo xodó da fintech, permite que você faça cobranças de crédito, débito e Pix usando apenas a sua voz. É tipo ter um assistente financeiro superpoderoso no seu smartphone.

O CEO Davi Holanda explicou que a ideia é transformar a cobrança em uma conversa. Você simplesmente fala no aplicativo: “cobrar R$ 200 em três vezes”.

E pronto! O Jota gera um QR Code na hora e envia para o seu cliente. Simples assim, sem complicação e com a agilidade que a vida mobile exige.

Essa inovação é um game changer para autônomos e pequenos empreendedores. Eles podem focar no que realmente importa, que é vender, sem perder tempo com burocracias de pagamento.

É a experiência do usuário levada a sério, com a tecnologia trabalhando a seu favor. Menos cliques, mais produtividade e uma interface que entende você.

Por Trás do Comando de Voz: A IA que Impulsiona a Jota e Seus Planos Ambiociosos

A Jota não é novata no pedaço. A fintech B2B já vinha fazendo barulho ao integrar inteligência artificial e serviços bancários diretamente no WhatsApp.

Em 2025, a empresa teve um ano e tanto, impulsionada por uma rodada seed de US$ 8,9 milhões. O investimento veio do HOF Capital, um fundo que a gente conhece de outros carnavais, tipo Anthropic e OpenAI.

Com essa grana, a Jota não ficou parada. Eles investiram pesado em tecnologia, o que culminou no lançamento do app próprio e, claro, no revolucionário Fala Tap.

O fundador Davi Holanda, que já foi diretor no PagSeguro, trouxe toda a sua bagagem para repensar o mercado. Ele não queria "mais do mesmo" em pagamentos.

A sacada foi combinar a experiência de pagamentos com uma camada de inteligência artificial. O objetivo? Ajudar os clientes a vender mais e melhor, de um jeito superintuitivo.

Os números de 2025 já impressionam: 150 mil clientes, a maioria pequenas empresas e profissionais liberais. O volume transacionado (TPV) bateu a marca de R$ 2,2 bilhões.

Para 2026, a meta é ambiciosa, mas totalmente na vibe da Jota. Davi Holanda quer um TPV cinco vezes maior, ultrapassando os R$ 10 bilhões.

A base de clientes também deve bombar, chegando a 1 milhão até dezembro. É um crescimento que faz a gente pensar: "Uau, essa galera não veio para brincar!".

Davi até fez uma comparação com o Nubank, lembrando que o roxinho tinha mil clientes na Série A. A Jota, com 150 mil, ainda nem chegou lá.

E por falar em Série A, a próxima rodada de investimento está no radar. Davi Holanda garante que o caixa está saudável e o modelo de negócio já cobre os custos operacionais por cliente.

Isso significa que a "queima de caixa" não é para subsidiar clientes, mas sim para acelerar a expansão e aprimorar ainda mais a tecnologia. É um investimento no futuro, saca?

A Série A, segundo Davi, virá para acelerar ainda mais. "Pode ser que ela venha nesse ano ou no próximo", ele comenta, mostrando que a janela de mercado está aberta e a Jota está pronta para voar.

Com o Fala Tap, a Jota entra de vez na briga com players de maquininhas, como PagSeguro e CloudWalk. Mas com um diferencial: a inteligência conversacional e a praticidade do smartphone.

É a prova de que a inovação pode surgir de onde menos esperamos, transformando o que era complexo em algo tão simples quanto uma conversa.

A Jota continua sua trajetória de expansão, com o objetivo de consolidar sua posição no mercado de fintechs.