Europa pode virar dependente dos EUA em inteligência artificial: os próximos dois anos definem tudo

Imagine acordar em 2028 e descobrir que cada linha de código aberto europeu roda, na prática, em data centers texanos, abastecidos por chips para IA que só cruzam o Atlântico se a Casa Branca autorizar. Parece exagero? Pois foi exatamente esse cenário que Arthur Mensch descreveu ao Parlamento francês, alertando que a Europa pode virar dependente dos EUA em inteligência artificial se nada mudar nos próximos 24 meses.

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